
Este país, seco e árido excepto em alguns pontos da Ilha de Santiago e em Santo Antão, recebeu o nome, por um cabo a norte do Senegal, onde a chuva por ser rara é celebrada nas canções, composto por 10 ilhas de origem vulcânica com um dos melhores índices de qualidade de vida e alfabetização, tem 365 dias de sol e mar cálido e transparente, vento, excelente para amantes das actividades desportivas ligadas ao mar, boa culinária e doçaria e sobretudo para ouvir e participar nas suas noites quentes de música (todos os cabo-verdianos, excelentes anfitriões, sorridentes e bem dispostas, cantam, tocam um instrumento e dançam).
Não deixa aquelas ilhas sem um sentimento de morabeza (que é o que bem se vive, o intenso que se sente e o que fica de intraduzível nesta experiência africana).
Quente em qualquer altura do ano e podendo comprar o visto à chegada às Ilhas, tem diversas opções de escolha de praias de areia branca e excelentes para amantes de desportos náuticos e de descanso (Sal, com as suas salinas, Boavista, e Maio com praias de dunas de areia branca), ou a cidade da Praia na Ilha de Santiago com possibilidade de se deslocar ao Tarrafal, famosa pela sua baía de palmeiras ou pela antiga prisão portuguesa ou ainda à mais antiga capital do país, hoje Património Mundial, a Cidade Velha, passando por São Jorge dos Orgãos. Pode optar pela ilha de São Vicente, cidade do Mindelo, sempre em festa, ilha da música, da dança e de poetas, com belas praias (Baía das gatas, São Pedro e Laginha).
Da cidade do Mindelo, para além das noites recheadas de música nos hotéis e bares da cidade, aconselhamos uma ida de barco à ilha mais verde de Cabo-Verde, Santo Antão. Qualquer que seja a sua opção, praia e sol, musica e cultura, em todas as ilhas será sempre bem recebido, e poderá apreciar a famosa catchupa, arroz de atum, queijo de cabra e a doçaria (doce de papaia e de leite entre outras especialidades)